domingo, março 25

Aos cheiradores de poeira

Rio da alma torta dos despeitados, que não têm peito de arcar com suas derrotas, que se vangloriam por usar luxuosas - roupas rotas - e ainda acusam alfaiates e costureiras de desleixo! Mal sabem eles que seus quilates não mordem, são coiotes magros em peles de cordeiro, uns sem eira nem beira, herdeiros de uma terra chamada pó, já que do pó se vem e a ele se retorna. Vai, então, entorna seus copos de certeza no mundo! Eu não tenho absoluta de nada, mas muita calma na hora de devotar minha pobreza, já que bem rica de espírito, alta nobreza. Afogue-se, superficialma! Eu não sei nadar, eu não sei de nada. Eu tenho é só sede de profundo...

Um comentário:

Flor disse...

nossa.. me identifiquei demais com o post.. sh0w demais!
continue compartilhando as suas lindezas!! luz sempre!
=D